A posição é a hierarquia; o tamanho é a massa — volume próprio mais o que o corpo vincula. O Supremo julga pouco e alcança tudo: por isso é o ápice e o maior. Arraste para girar.
58.643 processos nesta janela. Nenhum ator acima de 7%: a gravidade se distribui. E quase todos os corpos com massa são órgãos do próprio Estado — inclusive o STJ, que aparece como parte no Supremo em 4,03%.
Dois canais separados, e é a separação que deixa o mapa legível. O Supremo ocupa o ápice por posição e é o maior por massa — massa que é volume próprio mais o que ele vincula.
O STJ soma 291,6 milhões de massa contra os 330,1 do Supremo: quase do mesmo tamanho. Ele retém quase toda a justiça comum antes que chegue ao topo — é isso que faz dele anteparo, e não uma opinião sobre ele.
Ler o campo sem recortar o tempo mente. A Caixa aparece em 37% de todo o acervo, o que sugeriria o maior litigante do tribunal — mas são 125.829 processos de 1999-2002, 95% deles FGTS. Sedimento de uma onda, não gravidade corrente.
95,4% dos processos têm até três decisões e vivem 177 dias na mediana. As varas não são endpoint próprio: vivem dentro dos tribunais, e formam o plano de onde tudo nasce.
Os corpos vazados são o que medimos e ainda não colhemos, dito com todas as letras. Quando um deles se preencher, terá o mesmo tratamento do ápice — processo a processo, ato a ato, com a fonte primária ao lado.